
Agora posso ir e não olhar pra trás
Passado tudo aquilo que se desfaz
Foi bom viver mais uma vez
saber te perdoar
e dar por fim da mágoa desse mal amar.
Hoje quero crer que não foi mesmo em vão
escolho solitude à solidão
foi bom te ter mais uma vez
poder te abandonar
e dar por fim a mágoa desse mal amar
quem feriu meu coração fui eu mais ninguém
quem feriu teu coração foi você também
Renata, amores ardem. Amores causam grandes mudanças. Amores amolecem, endurecem, amores inundam, ressecam. Amores acabam, amores começam.
Renata, amores sufocam, amores aliviam, amores chateiam, amores alegram. Amores invadem os pensamentos, ocupam os espaços, mesmo nos corações mais duros, mesmo nos mais céticos e incrédulos. Amores rompem barreiras e entram. Amores também afastam, cortam, esfaqueiam, amores rasgam a gente por dentro, amores apunhalam, partem sem motivo e a gente não entende mesmo. Amores não são de entender. Mas amores também iniciam, onde e quando a gente menos espera. Amores nascem azuis, pretos, amarelinhos. Nascem na praia, na rua, no estacionamento. Nascem de um beijo, de um grito, de uma palavra ou de um silêncio. Amores também renascem das cinzas e voltam a brilhar. Dizem.
Renata, amores sufocam, amores aliviam, amores chateiam, amores alegram. Amores invadem os pensamentos, ocupam os espaços, mesmo nos corações mais duros, mesmo nos mais céticos e incrédulos. Amores rompem barreiras e entram. Amores também afastam, cortam, esfaqueiam, amores rasgam a gente por dentro, amores apunhalam, partem sem motivo e a gente não entende mesmo. Amores não são de entender. Mas amores também iniciam, onde e quando a gente menos espera. Amores nascem azuis, pretos, amarelinhos. Nascem na praia, na rua, no estacionamento. Nascem de um beijo, de um grito, de uma palavra ou de um silêncio. Amores também renascem das cinzas e voltam a brilhar. Dizem.
Amores podem ser suaves, podem ser agressivos, podem ser num tempo bons e no outro fazerem mal ao estômago. Amores são como o tempo, são como as pessoas. Instáveis, surpreendentes, diferentes a cada dia. Amores, na verdade, quando são grandes, quando são grandes amores, não terminam nunca. Viram um refazer eterno dentro da gente. E viram carinho, respeito, saudade. Às vezes viram ódio, amargura, mágoa, mas é sempre tempo de consertar (eu acho). Às vezes demora um bocado e as coisas vão se aliviando. Pode levar uma década ou mais. Quando a gente vê, fica um carinho, um desejo de felicidade. Triste se fica indiferença, mas eu acho que nunca fica não. Por dentro, lá no fundo, os amores são eternos, eternas frutas que provamos, que sabemos o gosto, a cor, que já digerimos. Que sabemos o quanto foram boas e ruins para o que somos.
Amores cicatrizam, amores ressurgem, como uma velha música de infância, e enchem nosso olhos de lágrimas, de repente, assim no meio da rua. Amores não são apenas passado. São futuro, futuro que chegaremos a viver, futuro que nunca existirá. Futuro. Aquilo que não sabemos se vem, quando vem, como vem. Mas a gente acredita. A gente acredita que o ano que vem será melhor, que a vida será mais doce, que irá surgir o grande amor, que irá curar o amor machucado, que irá realizar os sonhos... E aí está a graça de tudo. Aí estão as pessoas que iluminam por onde passam, as pessoas que a gente gosta de estar perto... Pessoas que acreditam. No próximo ano, no próximo amor, nas próximas páginas.
Amores não apenas sangram. A gente aprende, aos poucos, o que é amar. Não há como nascer sabendo e nem como entender olhando os outros. Os outros também não entendem direito, os outros também estão tentando entender. Amar se aprende amando. Respirando, vivendo, convivendo, morando junto, morando separado. Terminando, começando. Amar se aprende no momento, na pele, na dor, nos risos. Amar se aprende conjugando. O amor é um eterno aprendizado. A gente aprende o outro, a gente aprende a gente mesmo. Aprende a respeitar o outro, aprende amar a gente mesmo.
Amores escorregam, caem, a gente assopra e nada, continuam ardendo. Amores voam, nos levam para longe, nos aproximam de um outro mundo. Nada como aquele dia de amor, aquela madrugada bonita de amor que fica na memória.
Renata, amores não são apenas de dois. Amores temos sempre na vida. Aquele livro, aquela música, aquele amigo, aquela prima tão querida. Aquele diário antigo, aquele canto da cidade, aquela viagem. Amores não são apenas de casal, mas também de amigo, de mãe, de irmão. Parece bobo, mas às vezes, no topo da dor, a gente esquece. Amores de amantes são importantes. Importante haver vermelho na vida, haver paixão, haver entrega, haver desejo. Mas esses amores são apenas uma parte, uma parte do que é o amor. Às vezes a gente esquece e ama com todo o coração apenas uma pessoa. A gente esquece dos amigos, esquece da família e fica amando apenas um serzinho. Pior... A gente esquece até de si mesmo. Veja que doideira que o amor faz. E o amor é doido mesmo, é droga, tira daqui e leva pra lá, depois traz pra cá. A gente às vezes perde a noção do tempo, do espaço, perde coisas importantes por aí. É, o amor é cego, surdo, mudo. Na verdade o amor tem outros olhos, outros ouvidos, outras vozes. O amor tem outro ritmo. Nos desacelera, nos faz correr, nos hipnotiza.
Perder um amor dói. Sangra. Dói de verdade, aquela dor física, aquele peito oprimido, aquela falta de vontade de sair da cama, aquela vontade de dormir, de ficar abraçado com a mãe vinte e quatro horas por dia, aquela vontade de alguém segurar a mão para proteger dos perigos do mundo. De repente a gente acorda... Um dia bem alegre, colorido. Aí a gente pensa que passou. Mas depois desse dia vem um outro triste, por quê? por quê? A cabeça vai perguntando, a gente não entende. Por quê??? Num outro dia tudo parece calmo, pacato demais até, em outro a gente fica numa agitação só, vontade de beber o mundo de uma só vez, de devorar o tempo, de mastigar o espaço. Fins de amores são terríveis. Ainda mais quando acabam no meio (e quase sempre acabam mesmo no meio). Fica aquela sensação de vazio, aquele vazio que jamais, em nenhuma hipótese, será preenchido. Outros amores virão, mas aquele buraquinho será pra sempre eterno, guardado, espaço do que fomos, do que sentimos um dia.
Mas fins de amor também terminam. Amores um dia terminam mesmo. A gente encontra na rua e pensa: Olha, amei mais do que o mundo aquela pessoa ali e agora... Agora nada. Agora nem arde. Toca aquela música e a gente não chora. Claro... A gente lembra. Mas não chora. E nem passa perto disso. Fins de amores também têm seu fim. Demora um bocado às vezes. Mas terminam. E somente quando terminam é que a gente consegue viver um outro amor, um outro grande amor, como tem que ser: diferente. Dá até pra começar um amor com outro ardendo por dentro, mas não vai dar certo. Ou vai demorar para dar certo.
Fins de amor precisam do seu tempo, das suas lágrimas, do seu luto, do desespero, de todos os rituais. Fins de amor precisam ser sofridos, agonizados, fins de amor precisam ser chorados, lembrados, contados e recontados para os amigos. Fins de amor precisam ser vividos até a última gotinha... E a última gotinha às vezes demoooora. Dizem, os outros, que é possível acabar um amor assim da noite para o dia. Mas nesses outros eu não acredito. Acho sempre que o amor fica ardendo, mesmo que a gente finja, com muito orgulho, que nem está doendo. Há, claro, aqueles amores que já estavam morrendo pelo caminho e de repente... ufa!... terminam. E há aquelas pessoas que sufocam o fim de um amor e vão sentir lá na frente, meses, anos depois. Mas a dor, a dor todo mundo passa. Senão não foi amor, senão nem foi nada mesmo. Por isso não adianta as pessoas gritarem para a gente parar de gritar.... Todo fim de amor tem seu tempo. Claro, tem gente que estica o fim do amor até não poder mais e só se magoa mais e mais e mais. Mas o fim de um grande amor precisa ser respeitado. Não há como atrevessar a rua e encontrar um outro amor, assim dando sopa. Até porque a gente nem quer mesmo, a gente quer o amor antigo, o beijo antigo, a cama antiga, o tempo antigo... Por mais que esse tempo nem tenha sido tão bom assim. E nem sempre a gente precisa de amores amantes. Às vezes a gente anda precisando amar mais a própria casa, as pessoas, a vida... Às vezes a gente precisa se amar mais. Não há como ser amado sem amar primeiro. Amar o que a gente é, o que a gente foi, o que a gente pode e quer ser.
Renata, amores, amores, Renata. Há uma multidão de textos e músicas e livros e debates e críticas e elogios. Há gente dizendo: eu não amo mais. Há gente dizendo: eu nunca amei. Há gente inventando amores que não existem, há gente tentando salvar amores que não têm mais salvação. E há amores que têm salvação. A gente só precisa pensar primeiro se vale a pena. Quando tudo está doendo, a gente só quer a estabilidade antiga. Por mais que ela não seja assim tão estável, assim tão boa. Dá preguiça, dá medo, dá muito medo mesmo. De dar tudo errado, de ficar sozinha. Do tempo que vai passando, as pessoas que vão se acertando e a gente ali, esperando, tentando viver amores que, pra nós mesmos, não fazem mais sentido.
Para viver é preciso uma dose grande de coragem. Para viver um novo amor também. Coragem do novo, de se libertar do passado, de deixá-lo ir para qualquer lugar, dado que já não é mais parte do que somos. Para viver um grande amor, nome de livro do Vinícius, é preciso coragem. E sorte. E um tanto de fé na vida. E força. Para viver um grande amor bem bonito é preciso saber terminar o amor antigo. Até a última gotinha.
Renata, amores existem por aí. Amores têm todas as possibilidades. Não há limite. E quanto mais a gente se conhece, mais aumenta a chance de encontrar o grande amor, aquele que combina bem direito, aquele que pode ter problemas, mas problemas muito mais contornáveis. Claro, há pessoas que encontram o amor na primeira esquina, aos quinze anos, casam, têm filhos. Mas será tanta vantagem assim trombar o grande amor logo de cara, sem se conhecer, sem conhecer o mundo? E será mesmo o grande amor? Claro, há os sortudos, aqueles do encaixe perfeito, para a vida toda, aquele encaixe bonito de ver. Mas há os medrosos, os que se acostumam, os que temem mudar, buscar e ficam lá com o amor que nem queriam mais, com o amor que já deixou de ser amor há muito tempo.
Renata, amores são imprevisíveis. Começos e fins também. Assim como a morte, assim como a vida. Não dá para entender tudo, todos os detalhes. É bom entender, é bom tentar entender. Mas é preciso viver... Viver ultrapassa todo entendimento, já diria dona Clarice.
Amores, Renata, estão em todos os lugares. Quando a gente menos espera, mesmo sem querer, já está amando, amando mais que antes, amando, amando, amando.
Amores cicatrizam, amores ressurgem, como uma velha música de infância, e enchem nosso olhos de lágrimas, de repente, assim no meio da rua. Amores não são apenas passado. São futuro, futuro que chegaremos a viver, futuro que nunca existirá. Futuro. Aquilo que não sabemos se vem, quando vem, como vem. Mas a gente acredita. A gente acredita que o ano que vem será melhor, que a vida será mais doce, que irá surgir o grande amor, que irá curar o amor machucado, que irá realizar os sonhos... E aí está a graça de tudo. Aí estão as pessoas que iluminam por onde passam, as pessoas que a gente gosta de estar perto... Pessoas que acreditam. No próximo ano, no próximo amor, nas próximas páginas.
Amores não apenas sangram. A gente aprende, aos poucos, o que é amar. Não há como nascer sabendo e nem como entender olhando os outros. Os outros também não entendem direito, os outros também estão tentando entender. Amar se aprende amando. Respirando, vivendo, convivendo, morando junto, morando separado. Terminando, começando. Amar se aprende no momento, na pele, na dor, nos risos. Amar se aprende conjugando. O amor é um eterno aprendizado. A gente aprende o outro, a gente aprende a gente mesmo. Aprende a respeitar o outro, aprende amar a gente mesmo.
Amores escorregam, caem, a gente assopra e nada, continuam ardendo. Amores voam, nos levam para longe, nos aproximam de um outro mundo. Nada como aquele dia de amor, aquela madrugada bonita de amor que fica na memória.
Renata, amores não são apenas de dois. Amores temos sempre na vida. Aquele livro, aquela música, aquele amigo, aquela prima tão querida. Aquele diário antigo, aquele canto da cidade, aquela viagem. Amores não são apenas de casal, mas também de amigo, de mãe, de irmão. Parece bobo, mas às vezes, no topo da dor, a gente esquece. Amores de amantes são importantes. Importante haver vermelho na vida, haver paixão, haver entrega, haver desejo. Mas esses amores são apenas uma parte, uma parte do que é o amor. Às vezes a gente esquece e ama com todo o coração apenas uma pessoa. A gente esquece dos amigos, esquece da família e fica amando apenas um serzinho. Pior... A gente esquece até de si mesmo. Veja que doideira que o amor faz. E o amor é doido mesmo, é droga, tira daqui e leva pra lá, depois traz pra cá. A gente às vezes perde a noção do tempo, do espaço, perde coisas importantes por aí. É, o amor é cego, surdo, mudo. Na verdade o amor tem outros olhos, outros ouvidos, outras vozes. O amor tem outro ritmo. Nos desacelera, nos faz correr, nos hipnotiza.
Perder um amor dói. Sangra. Dói de verdade, aquela dor física, aquele peito oprimido, aquela falta de vontade de sair da cama, aquela vontade de dormir, de ficar abraçado com a mãe vinte e quatro horas por dia, aquela vontade de alguém segurar a mão para proteger dos perigos do mundo. De repente a gente acorda... Um dia bem alegre, colorido. Aí a gente pensa que passou. Mas depois desse dia vem um outro triste, por quê? por quê? A cabeça vai perguntando, a gente não entende. Por quê??? Num outro dia tudo parece calmo, pacato demais até, em outro a gente fica numa agitação só, vontade de beber o mundo de uma só vez, de devorar o tempo, de mastigar o espaço. Fins de amores são terríveis. Ainda mais quando acabam no meio (e quase sempre acabam mesmo no meio). Fica aquela sensação de vazio, aquele vazio que jamais, em nenhuma hipótese, será preenchido. Outros amores virão, mas aquele buraquinho será pra sempre eterno, guardado, espaço do que fomos, do que sentimos um dia.
Mas fins de amor também terminam. Amores um dia terminam mesmo. A gente encontra na rua e pensa: Olha, amei mais do que o mundo aquela pessoa ali e agora... Agora nada. Agora nem arde. Toca aquela música e a gente não chora. Claro... A gente lembra. Mas não chora. E nem passa perto disso. Fins de amores também têm seu fim. Demora um bocado às vezes. Mas terminam. E somente quando terminam é que a gente consegue viver um outro amor, um outro grande amor, como tem que ser: diferente. Dá até pra começar um amor com outro ardendo por dentro, mas não vai dar certo. Ou vai demorar para dar certo.
Fins de amor precisam do seu tempo, das suas lágrimas, do seu luto, do desespero, de todos os rituais. Fins de amor precisam ser sofridos, agonizados, fins de amor precisam ser chorados, lembrados, contados e recontados para os amigos. Fins de amor precisam ser vividos até a última gotinha... E a última gotinha às vezes demoooora. Dizem, os outros, que é possível acabar um amor assim da noite para o dia. Mas nesses outros eu não acredito. Acho sempre que o amor fica ardendo, mesmo que a gente finja, com muito orgulho, que nem está doendo. Há, claro, aqueles amores que já estavam morrendo pelo caminho e de repente... ufa!... terminam. E há aquelas pessoas que sufocam o fim de um amor e vão sentir lá na frente, meses, anos depois. Mas a dor, a dor todo mundo passa. Senão não foi amor, senão nem foi nada mesmo. Por isso não adianta as pessoas gritarem para a gente parar de gritar.... Todo fim de amor tem seu tempo. Claro, tem gente que estica o fim do amor até não poder mais e só se magoa mais e mais e mais. Mas o fim de um grande amor precisa ser respeitado. Não há como atrevessar a rua e encontrar um outro amor, assim dando sopa. Até porque a gente nem quer mesmo, a gente quer o amor antigo, o beijo antigo, a cama antiga, o tempo antigo... Por mais que esse tempo nem tenha sido tão bom assim. E nem sempre a gente precisa de amores amantes. Às vezes a gente anda precisando amar mais a própria casa, as pessoas, a vida... Às vezes a gente precisa se amar mais. Não há como ser amado sem amar primeiro. Amar o que a gente é, o que a gente foi, o que a gente pode e quer ser.
Renata, amores, amores, Renata. Há uma multidão de textos e músicas e livros e debates e críticas e elogios. Há gente dizendo: eu não amo mais. Há gente dizendo: eu nunca amei. Há gente inventando amores que não existem, há gente tentando salvar amores que não têm mais salvação. E há amores que têm salvação. A gente só precisa pensar primeiro se vale a pena. Quando tudo está doendo, a gente só quer a estabilidade antiga. Por mais que ela não seja assim tão estável, assim tão boa. Dá preguiça, dá medo, dá muito medo mesmo. De dar tudo errado, de ficar sozinha. Do tempo que vai passando, as pessoas que vão se acertando e a gente ali, esperando, tentando viver amores que, pra nós mesmos, não fazem mais sentido.
Para viver é preciso uma dose grande de coragem. Para viver um novo amor também. Coragem do novo, de se libertar do passado, de deixá-lo ir para qualquer lugar, dado que já não é mais parte do que somos. Para viver um grande amor, nome de livro do Vinícius, é preciso coragem. E sorte. E um tanto de fé na vida. E força. Para viver um grande amor bem bonito é preciso saber terminar o amor antigo. Até a última gotinha.
Renata, amores existem por aí. Amores têm todas as possibilidades. Não há limite. E quanto mais a gente se conhece, mais aumenta a chance de encontrar o grande amor, aquele que combina bem direito, aquele que pode ter problemas, mas problemas muito mais contornáveis. Claro, há pessoas que encontram o amor na primeira esquina, aos quinze anos, casam, têm filhos. Mas será tanta vantagem assim trombar o grande amor logo de cara, sem se conhecer, sem conhecer o mundo? E será mesmo o grande amor? Claro, há os sortudos, aqueles do encaixe perfeito, para a vida toda, aquele encaixe bonito de ver. Mas há os medrosos, os que se acostumam, os que temem mudar, buscar e ficam lá com o amor que nem queriam mais, com o amor que já deixou de ser amor há muito tempo.
Renata, amores são imprevisíveis. Começos e fins também. Assim como a morte, assim como a vida. Não dá para entender tudo, todos os detalhes. É bom entender, é bom tentar entender. Mas é preciso viver... Viver ultrapassa todo entendimento, já diria dona Clarice.
Amores, Renata, estão em todos os lugares. Quando a gente menos espera, mesmo sem querer, já está amando, amando mais que antes, amando, amando, amando.
Ps. Não sou uma grande entendedora de amores, aliás acho que sou uma "desentendedora". Mas só queria te dizer algumas palavrinhas. Beijos e muito amor e carinho. Camila.
4 commenti:
Acho que ninguém é grande entendedor de amor, acho...
Mas as vivências dos amores nos faz ao menos,ter uma opinião sobre ele que dure alguns minutos. rs
Adorei o mega texto.
Beijo Ca
O bom do amor é que ele sempre é possível. Esse tem sido meu mantra.
Beijos saudosos e... até sexta?
Esse recadinho a Rê escreveu no orkut, mas como eu gostei tanto, eu copio aqui, tá?
Recadinho:
Cááááá
Só vc pra me fazer chorar quando não há mais lágrimas a derramar!
Ao longo do texto eu chorei um choro de tristeza, um choro de alívio, um choro de carinho...e por fim um choro de liberdade. Mas a lágrima mais bonita foi a que veio ao sentir que os amores de amigos são verdadeiras jóias, riquezas que a gente guarda no coração.
Obrigada por essa amizade sem preço, sem limite, tão bonita e sincera.
Re
Viver até a última gotinha e também principalmente saber respeitar o seu fim.
Amei o texto.
Vou roubar pra mim...posso precisar usá-lo comigo, com você e com todas as nossas amigas...
Te amo!
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