domenica, ottobre 19, 2008

Surpreendendo (ou não) as expectativas?


É, é, é.

A vida é a arte do ENCONTRO, embora haja tantos, tantos, tantos, tantos, tantos, tantos, tantos ............... desencontros pela vida.


Há encontros e desencontros. Encontros de quase nunca e desencontros de quase sempre. Há quase encontros, há desencontros quase encontros, encontros quase desencontros, desencontros após grandes encontros. A gente vai desencontrando as pessoas que encontrou, encontrando algumas que desencontrou, encontrando, desencontrando, encontrando. Há encontros de para sempre, há encontros de algumas horas, há desencontros de para sempre. Há? Há desencontros de alguns dias, de alguns meses, de alguns anos. Há encontros e desencontros no mesmo mês. Há palavras desencontradas de contextos, contextos que desencontram pessoas, pessoas que desencontram palavras. Mas há palavras que encontram pessoas e situações que encontram encontros. Há os momentos certos nas horas exatas e os momentos exatos em horas desapropriadas. Há vontade de azul quando é quase tudo verde e mania de rosa, quando a moda é ser vermelho. Há vontades que se encontram, outras se desencontram, outras que quase encontram ou que quase desencontram. Há mentiras que desencontram verdades e fica tudo por isso mesmo. Há mentiras que encontram verdades e a confusão está armada. Há verdades que encontram verdades, mentiras que encontram mentiras maiores, há verdades que se perdem de mentiras. Pensamentos que se desencontram de atitudes, e pensamentos que chegam na hora certa. Há a hora certa, o minuto exato, os dois juntos, ao mesmo tempo, há um cruzamento de São Paulo que a gente encontra quem não tinha pensado, mas que poderia, há encontros indesejados. Encontros que encontram a gente quando a gente tá desencontrado, desencontros que encontram a gente em dia que era para ser de encontro. Há encontros e desencontros dentro de quadro paredes, dentro de quatro muros. Dentro de quatro paredes há desencontros que se rompem em encontros soluçantes e encontros que de repente... se desencontram. Há encontros no ônibus, na rua, na livraria. Há desencontros na rua, no ônibus, na livraria. Há desencontros na própria pessoa, mas tem dia que a gente se encontra. Entre encontrados e desencontrados as coisas vão se encontrando, se desencaixando, vão se desencontrando, se encaixando. É tudo uma questão de encontro, é tudo uma questão de desencontro. É tudo uma questão de sorte, ou azar, ou mesmo uma questão de tempo ou de coincidência ou de medo, é tudo uma questão de mundo, ou de religião. É tudo uma questão de morte e de vida, é tudo questão que a gente não entende nada. Mas de repente... Não é que a gente entende tudo?

2 commenti:

Caçadora de Arco -íris ha detto...

essa nossa vida é assim mesmo, do nada não sabemos e do nada sabemos,
a vida é uma arte de encontros e desencontros...:)
baci

Gil ha detto...

Entendi! Será que entendi? Só sei que foi muito bom te encontrar...