Nem é necessário reler o post anterior para ver que deu tudo errado. Carnaval é mesmo uma caixinha de surpresa... O meu só seria leve se fosse longe daqui. E nesse ano tudo o que eu queria era estar por aqui. Sei que entre os leitores do meu blog estão as personagens principais de tudo, mesmo assim, como me é de costume, deixo as minhas palavrinhas para quem quiser ler.
Hoje eu sinto uma grande sensação de absurdo, de ter que aprender a conviver com algo completamente inesperado, apesar de previsível... Começar a entender que eu realmente não conhecia alguém. É tão difícil lidar com o absurdo. É mais fácil negá-lo, lutar com ele. Mas em alguma hora é preciso compreender o que aconteceu, digerir os absurdos que a vida - e as pessoas que dela participam - pregam na gente. Se me falassem, eu diria que era mentira, exagero, absurdo. É claro que eu tinha medo. Mas apenas um medo. Tinha certeza que ele nunca se concretizaria, muito menos com as personagens envolvidas.
Cá estou eu com o meu absurdo, há quase quarenta e oito horas sem dormir. O absurdo é difícil mesmo de engolir. Meu carnaval de tão bonito virou tão tão absurdo.
Alguém já teve uma mágoa bem grande, mas tão grande que era quase impossível acreditar nela?
Hoje meu sentimento foi atingido na raiz. Não há mais jeito. Ele está agonizando. E cá sofro eu, com a mão no peito, sentindo o que foi cultivado com tanto carinho se desfacelar. Meu sentimento está morrendo e da forma mais triste do mundo. Nunca tive um sentimento arrancado com tal brutalidade. Talvez seja bom, talvez suma de vez e não fique nem sequer um restinho pra contar história. Mas fica a marca do puxão, a marca da mão que arranca o sentimento do peito com tal violência que deixa uma marca do tamanho do que o sentimento um dia foi. Marca de doer, de apagar qualquer coisa bonita. Meu sentimento está agonizando e cá choro eu por dentro. Adeus, sentimento. Parta para nunca mais e nunca mais volte. Adeus, sentimento. Se eu pudesse, se eu soubesse apagar, você nunca teria existido. Lembro do filme Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças e sinto vontade de poder apagar pra sempre tudo. De um jeito que não fique nada. Nem uma fotografia, nem uma música, nem um poema, nem uma noite no escuro. De certa forma, é isso que está acontecendo. Hoje o dia foi assim. Sem sono, mas o processo dentro de mim é contínuo. A cada momento vai embora uma lembrança envolta em mágoa. Não me pego mais pensando nas coisas que passaram. Tenho pressa, meu sentimento está morrendo e desta vez eu quero mesmo que ele morra. Completamente, por inteiro, sem deixar um pedacinho.
Adeus, sentimento.
Hoje eu sinto uma grande sensação de absurdo, de ter que aprender a conviver com algo completamente inesperado, apesar de previsível... Começar a entender que eu realmente não conhecia alguém. É tão difícil lidar com o absurdo. É mais fácil negá-lo, lutar com ele. Mas em alguma hora é preciso compreender o que aconteceu, digerir os absurdos que a vida - e as pessoas que dela participam - pregam na gente. Se me falassem, eu diria que era mentira, exagero, absurdo. É claro que eu tinha medo. Mas apenas um medo. Tinha certeza que ele nunca se concretizaria, muito menos com as personagens envolvidas.
Cá estou eu com o meu absurdo, há quase quarenta e oito horas sem dormir. O absurdo é difícil mesmo de engolir. Meu carnaval de tão bonito virou tão tão absurdo.
Alguém já teve uma mágoa bem grande, mas tão grande que era quase impossível acreditar nela?
Hoje meu sentimento foi atingido na raiz. Não há mais jeito. Ele está agonizando. E cá sofro eu, com a mão no peito, sentindo o que foi cultivado com tanto carinho se desfacelar. Meu sentimento está morrendo e da forma mais triste do mundo. Nunca tive um sentimento arrancado com tal brutalidade. Talvez seja bom, talvez suma de vez e não fique nem sequer um restinho pra contar história. Mas fica a marca do puxão, a marca da mão que arranca o sentimento do peito com tal violência que deixa uma marca do tamanho do que o sentimento um dia foi. Marca de doer, de apagar qualquer coisa bonita. Meu sentimento está agonizando e cá choro eu por dentro. Adeus, sentimento. Parta para nunca mais e nunca mais volte. Adeus, sentimento. Se eu pudesse, se eu soubesse apagar, você nunca teria existido. Lembro do filme Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças e sinto vontade de poder apagar pra sempre tudo. De um jeito que não fique nada. Nem uma fotografia, nem uma música, nem um poema, nem uma noite no escuro. De certa forma, é isso que está acontecendo. Hoje o dia foi assim. Sem sono, mas o processo dentro de mim é contínuo. A cada momento vai embora uma lembrança envolta em mágoa. Não me pego mais pensando nas coisas que passaram. Tenho pressa, meu sentimento está morrendo e desta vez eu quero mesmo que ele morra. Completamente, por inteiro, sem deixar um pedacinho.
Adeus, sentimento.
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